O Rei da Noite – João Ubaldo Ribeiro – e-Livros
O Rei da Noite – João Ubaldo Ribeiro

O Rei da Noite – João Ubaldo Ribeiro

João Ubaldo Ribeiro 85 páginas
5.0/5.0
SINOPSE

Em O Rei da Noite, o escritor extrai graça de fontes que domina com maestria: o universo hiperbóli-co da boemia, os contrastes entre passado e presente, tradição e novidade. Tendo como pano de fundo luga-res de forte ligação afetiva , como o já lendário boteco do Leblon e a também mitológica Itaparica, O Rei da Noite contém o supra-sumo do talento humorístico de um dos maiores escritores brasileiros, autor de obras-primas da literatura nacional como Viva o Povo Brasileiro e Sargento Getúlio.

Este é um livro sobre a amizade. Sobre a cumplicidade e a farra na mesa de bar, nas ruas, na noite. É um livro para chorar de rir, como se é capaz de fazer quem estiver ao lado de João Ubaldo, ouvindo suas histórias ou lendo seu texto tão erudito quanto divertido. O Rei da Noite também é um livro sobre angústias, sobre os viciados em boemia, sobre quem gosta de estar com os amigos até mais tarde e também se corrói com íntimas inquietações: parar ou não de fumar? Parar de beber? Fazer ginástica? João Ubaldo não foge dessas perguntas, de todos os medos, mas é capaz de nos aproximar desses dramas de forma lúdica, através de sua própria experiência, contando suas tentações diárias e noturnas, seu esforço, bem sucedido ou não, para cumprir as próprias promessas.

Por motivos de saúde, João Ubaldo trocou há muito a boemia por tardes de papo regadas a guaraná com os velhos amigos do bairro carioca do Leblon, onde mora. “Houve um tempo em que eu só não bebia quando estava dormindo. Estava me matando, sem querer me matar”, conta o escritor baiano, que garante aos ex-companheiros de copo e leitores saudosistas do personagem boêmio que sua qualidade de vida “con-tinua péssima”. Em crônicas como “Aventuras naturais”, que faz rir até o mais xiita dos vegetarianos, reduz a pó obsessões do homem moderno como bicicletas ergométricas, suco de espinafre e restaurantes macrobi-óticos. Tudo sem perder o humor, claro. Muito menos a majestade.

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